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ciência, tecnologia e muito mais…

3D Display Dezembro 9, 2008

Um tecnologia interessante.. Mas que não promoverá a interacção directa homem-display… a menos que não nos importemos de perder um dedo ou uma mão… :)

vídeo:

Informações adicionais AQUI

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The Wall Street Journal Technology Innovation Awards 2008 Setembro 29, 2008

Lista Completa dos Vencedores

Artigo no Wall Street Journal

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Florestas auto-vigiadas Setembro 22, 2008

Uma equipa de cientistas do MIT está desenvolver um novo sistema de alerta para fogos florestais auto-alimentado pela própria floresta. Segundo o comunicado da instituição, sensores mais pequenos e com baterias individuais recarregáveis pela energia produzida pelas árvores, poderão vir a complementar ou substituir ferramentas como as estações climatéricas autónomas.

continuar a ler o artigo do site http://www.cienciahoje.pt AQUI

vídeo reportagem CNN AQUI

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Robô controlado por neurónios de rato Agosto 14, 2008

Um artigo recente da revista NewScientist descreve algumas experiências que foram efectuadas no sentido de produzir-se um mini-robô que em vez de ser controlado por microcontroladores, fosse controlado por neurónios de rato cultivados numa placa electrónica. Um verdadeiro protótipo de cyborg !!

ler os resultados da experiência AQUI

ver vídeo do robô em acção AQUI

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Provadores de roupa inteligentes Agosto 7, 2008

Num futuro próximo, na hora de escolher uma peça de roupa, os provadores vão dar uma ajuda.

ver reportagem RTP AQUI

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máquina fotográfica do futuro

vídeo de apresentação/explicação do conceiro por John Rogers da University of Illinois at Urbana-Champaign

vídeo AQUI

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vídeo de apresentação/explicação do conceiro por Yonggang Huang da Northwestern University

vídeo AQUI

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Artigo na Revista Nature

artigo AQUI

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Artigo no site www.sapo.pt

Cientistas norte-americanos desenvolveram o protótipo de uma máquina fotográfica que tem um campo de visão muito semelhante ao olho humano e representa mais um passo para criar uma retina artificial, informa hoje a revista Nature.

O protótipo tem aproximadamente o tamanho e forma de um olho, e uma “retina” curva sensível à luz, segundo a equipa investigadores em ciência de materiais das Universidades de Illinois e Northwestern responsável pelo projecto.

As câmaras convencionais usam lentes curvas para focar imagens numa superfície plana onde a luz é captada por filme ou sensores digitais. Todavia, essa focagem distorce a imagem, sendo necessárias mais lentes para reduzir as distorções, o que aumenta o volume e preço do dispositivo.

Em comparação, a visão humana usa uma única lente e não faz distorção porque foca as imagens numa superfície curva na parte de trás do olho.

A chave da invenção consistiu em vencer os obstáculos técnicos à colocação de fotodetectores de silicone (píxeis) em superfícies curvas, em vez de planas, o que permitiu obter melhor nitidez de imagem e maior campo visual.

Este material fotossensível só se podia aplicar até agora em superfícies planas por ser muito frágil e não ter flexibilidade suficiente para se curvar.

Segundo os cientistas, esta nova tecnologia ajudará a simplificar e a aperfeiçoar o desenho de minicâmaras fotográficas e ser também usado em imagiologia biológica.

Poderá ainda ser aplicado em robôs como olhos artificiais, fazendo lembrar o computador que no filme “2001: Uma Odisseia no Espaço”, de Stanley Kubrick, espiava a tripulação da nave espacial.

A solução encontrada consistiu em montar os componentes electrónicos numa membrana elástica previamente esticada mas capaz de voltar a qualquer momento à sua forma curva inicial.

Os elementos rígidos do sistema foram dispostos como se fossem colunas numa superfície curva e as estruturas de silicone foram ligadas por pontes de fio fino para poderem ser dobradas sem quebrar. Todo este conjunto foi então transferido da membrana para um cristal curvo que serve de base e unido depois à lente e aos elementos electrónicos externos.

“As simulações ópticas e os estudos de imagiologia mostram que estes sistemas proporcionam um campo de visão muito mais amplo, melhor uniformidade de iluminação e menos distorções do que as câmaras planas de lentes semelhantes”, explicou John Rogers, professor de Ciência e Engenharia de Materiais na Universidade de Illinois e um dos um dos autores do protótipo.

É por isso que “os dispositivos de detecção hemisféricos são muito mais indicados para implantes de retina do que os planos”.

O facto de se poder aplicar dispositivos de silicone de alta qualidade em superfícies complexas e em tecidos biológicos proporciona, segundo este cientista, “enormes capacidades ao desenho de dispositivos electrónicos e opto-electrónicos e muitas novas aplicações”.

O protótipo actual tem apenas 256 píxeis, mas, segundo os investigadores, é possível desenvolver outros com muito maior densidade.

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Pulseiras electrónicas obrigatórias nos hospitais Agosto 5, 2008

Dados os casos de raptos de recém-nascidos que têm ocorrido nos hospitais portugueses e a disponibilidade no mercado de certas tecnologias parece-me uma medida indispensável para melhorar as condições de segurança num hospital do século XXI.

Reportagem da RTP AQUI

Notícia no Jornal Público:

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A utilização de pulseiras electrónicas para evitar o rapto de recém-nascidos nos hospitais vai passar a ser obrigatória, a partir de 2009, e os acessos dos estabelecimentos vão ter de ser equipados com sistemas de videovigilância com monitorização contínua e gravação de imagem de alta definição.

Estas são duas das medidas previstas num despacho que a ministra da Saúde já enviou para publicação em Diário da República. Um despacho que visa uniformizar os procedimentos de segurança ao nível do Serviço Nacional de Saúde (SNS), para garantir “elevados padrões de eficácia em termos de segurança em geral e, em particular, na prevenção do rapto de recém-nascidos e crianças”.

O rapto de recém-nascidos em hospitais do SNS “é uma realidade que, pese embora com contornos pontuais”, preocupa o Ministério da Saúde e tem originado acções de carácter pedagógico por parte da Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS), justifica a ministra Ana Jorge, que institui agora uma série de normas novas e reforça outras já existentes em todos os hospitais, públicos e privados.

É o caso da obrigatoriedade dos profissionais de saúde dos hospitais exibirem a respectiva identificação, “sempre e em local bem visível”, quando estiverem a trabalhar, uma exigência já estabelecida através de circular mas que agora passa a ter força normativa. Os hospitais devem ainda adoptar “medidas eficazes direccionadas ao controlo de entradas e saídas de doentes, visitas e outros utilizadores”.

Para os serviços de Obstetrícia (maternidades), de Neonatologia e de Pediatria com internamento são instituídas normas mais exigentes. As pulseiras electrónicas, até agora não obrigatórias, apesar de a IGAS recomendar a sua adopção, passam a ser usadas por sistema e terão alarme e sistema de encerramento automático das portas de acesso. Estes três sectores passam ainda a ter de ficar instalados em áreas exclusivas e, durante o período de visitas, será obrigatória a identificação de todos os visitantes através da conferência dos seus documentos de identificação. Estes serviços deverão também estar equipados com portas codificadas de acesso, sendo o respectivo código disponibilizado apenas aos profissionais de serviço e alterado com periodicidade.

Além disso, os acessos, corredores e outras áreas críticas serão equipados com sistemas de videovigilância com imagem de alta definição. Os documentos de alta terão de ser conferidos à saída. As medidas que impliquem alterações estruturais nos hospitais devem ser concretizadas até ao final do ano, enquanto as outras entram em vigor mal o despacho seja publicado em Diário da República.

Em dois anos, dois bebés foram raptados no Hospital de Penafiel. Ambos acabaram por ser devolvidos às famílias mas o último caso, ocorrido em Junho, veio relançar a polémica sobre a segurança dos recém–nascidos nas maternidades. A 14 de Junho, uma mulher de 21 anos conseguiu fazer passar-se por enfermeira do Hospital de Penafiel (vestia uma bata) e convencer a mãe do rapaz que o precisava de levar para realizar exames médicos. Saiu da maternidade com o bebé, que acabou por ser encontrado em casa da raptora, poucas horas depois. Um telefonema anónimo para a GNR e o reforçado sistema de videovigilância do hospital facilitaram o trabalho à Polícia Judiciária. O primeiro rapto em Penafiel acontecera em Fevereiro de 2006, quando uma mulher de 37 anos conseguiu entrar nas instalações da maternidade e levar um bebé que se encontrava sozinho.

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