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Tecnologia portuguesa na natação Maio 24, 2008

O novo fato de natação que somou 35 recordes mundiais em três meses é fabricado em Portugal, na Petratex, uma unidade têxtil de Paços de Ferreira.

“É o resultado de três anos de trabalho e de um processo de desenvolvimento no qual colaboramos com a Speedo, a Nasa (Agência Espacial norte-americana) e o Instituto Australiano de Desporto”, explica Sérgio Neto, sócio-gerente da têxtil.

Apresentado como “o fato de natação mais rápido do mundo”, o LZR é confeccionado sem costuras, com tecnologia “Nosew”, patenteada em Portugal.Para isso, um dos trabalhos de casa da equipa de Paços de Ferreira foi a criação de máquinas de costura especiais, que funcionam através de ultra-sons.No entanto, a etiqueta “Made in Portugal, Fabriqué au Portugal” foi uma descoberta surpreendente para Sara Oliveira, a primeira e única nadadora portuguesa a experimentar o LZR da Speedo e a registar um recorde nacional com o fato, no campeonato do mundo de natação, em Manchester.

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8 Responses to “Tecnologia portuguesa na natação”

  1. Maria Pereira Says:

    Acho muito errado no meu ver, em termos de fornecimento, ou seja, por à venda ao público o produto depois dos Jogos em Pequim. Todos os atletas de natação e que andam em competição, poderiam obter o mesmo sem restrição. Isso para os nadadores é muito desmotivante, vendo alguns atletas já com o fato, podendo obter e ter que esperar pela “merce ” do termino dos JOP!
    Acho errado.
    Se dão oportunidades alguns nadadores, porque não p outros?!
    Isso é descriminação.

  2. Helder Says:

    Se a selecção nacional desenvolver um novo plano de treinos revolucionário, deverá passá-lo a todas as outras selecções para estas não serem descriminadas?
    Isso é completamente ridículo, e injusto para quem desenvolve.
    A Speedo fornece o fato aos atletas com que tem contrato de exclusividade e que contribuem em termos publicitários para o seu sucesso.
    Porque é que havia de dar o facto a atletas conotados com outras empresas?

  3. Edward Says:

    Ha que notar que o desemvolvimento techico de qualquer material tem custos e, aqueles que suportam esses encargos teem o direito aos beneficios (quando os ha!)dai decorrentes .Sejam eles desportivos quer sejam,depois, comerciais.Nao e assim em todo o mundo?Ou tem de ser diferente so porque as coisas sao feitas em Portugal?
    Ja e suficiente mal que a Speedo nao tenha a “cortezia” de dizer que, ao contrario do que insinua, afinal o produto e produzido pela Petratex em Portugal.Falam da Nasa etc etc. mas nem uma palavra acerca da origem do produto!
    Ainda temos muito que aprender nas subtilezas de levar a “agua ao nosso moinho”. Isto e, na arte de commercialisar o que fazemos e ganhando aquilo a que temos direito, incluindo o prestigio ou reconhecimento.O tal marketing!Nao e fazer-mos o trabalho e deixar-mos os outros recolher a maioria senao o total dos beneficios. E sintomatico que, aparentemente, uma nadadora Portuguese so se apercebeu plo “tag”,que o fato que usava “da Speedo!” afinal vinha de Portugal !!

  4. Ana claara Says:

    Isso não passa de uma perda de tempo… foi tirado de um site que não tem nada a ver com o titulo.. vou falar para todos não recomendar esse site…


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