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O sucesso de Barack Obama na internet Setembro 2, 2008

Hoje em dia a internet é uma plataforma fundamental para a divulgação de ideias, produtos e projectos que se queiram de sucesso. A política não foge a essa regra geral, tendo nas campanhas eleitorais americanas o melhor e mais desenvolvido exemplo da conjugação da internet com a política.

Dizem as análises que a popularidade e sucesso mediático que Barack Obama alcançou, muito se deveu a uma forte campanha de comunicação e de marketing político implementada na internet. Para esse efeito foi contratada a empresa Blue State Digital. Na edição online da revista MIT Technology Review é possível aceder a um vídeo com a entrevista do CTO dessa empresa, em que é explicado “todo” o conceito e estratégia da campanha montada na internet para promover Barack Obama.

vídeo da entrevista AQUI

……

 

2 Responses to “O sucesso de Barack Obama na internet”

  1. btsouza Says:

    Acabei de te enviar um e-mail para o lugar.conhecimento@gmail.com. É importante por isso é só um aviso prévio🙂

  2. Haddammann Says:

    A fraqueza de caráter de uma nação se vê estampada na cara insossa dos “representantes” mascarada pelo monstrinho pinoquinho mídia.
    Política por definição sumaríssima é um consenso de vontades; sendo a diplomacia uma conciliação de políticas.
    Isso não pode ser efetivado por governos minados por religião, porque a religião produz votos alienados e comprados com estelionato psicológico. Aliás, a própria religião já subverte o conceito de /deus/; uma vez que esse conceito originariamente íntimo e pessoal foi montado em formato social para domínio e escravidão, e não foi montado para exercício de ajustes de valores, direitos e pensamentos, o que reflete a prospecção da Justiça.
    Religião e liberdade são coisas díspares; e o voto autêntico tem por premissa o direito genuíno do ser livre. E esse direito não se concebe sem o estágio de ponderação consciente do indivíduo, que requer uma digna educação, que exige um direito inalienável de informação honesta.
    Portanto, a pantomima em que estamos só nos traz o terror dramático do circo montado com desonestidade e subserviência religiosa, que à frente de um espelho nos envergonharíamos cada vez mais como cidadãos cada vez mais distantes das estaturas de líderes dum Kennedy, dum Juscelino, dum Brizola, dum Castelo Branco, dum Gorbatchev, De Gaule, Diana Spencer …
    Somos os únicos seres que desonram sua própria espécie, usando contra si mesmo o raciocínio natural de todas as formas de vida; e mais que isso: impedimos o exercício e aproveitamento do alcance da consciência para serventia de toda a Sociedade, e damos força aos que usurpam esse nosso máximo valor.
    TROCAS meus amigos: a força de sobrevivência (financeira então mais que especificamente) está no poder de troca; um dos genes da Sociedade. Funções compartilhadas geraram o conceito de DINHEIRO; e mérito gerou a noção de equanimidade (inferida subconscientemente na autêntica economia capitalista) na compensação pelo produto (fornecido). Por extensão, a usurpação numa função causa desde danos primários a danos irreparáveis, quanto mais tempo perdurar o equívoco funcional. Daí … o que temos é o quadro de desacerto social cada vez mais agravado por incompetência, interesses e favores desconexos com o viço da saúde financeira e social inteira. O maior desmanche social é a perda do direito de ser honesto; e o maior suicídio civil é levar uma geração inteira a se dependurar em favores, e dispensar o valor da função por mérito autêntico.

    Que a Sociedade vislumbre os passos para a Meritocracia.

    Haddammann Veron Sinn-Klyss

    A fraqueza de caráter de uma nação se vê estampada na cara insossa dos “representantes” mascarada pelo monstrinho pinoquinho mídia.
    Política por definição sumaríssima é um consenso de vontades; sendo a diplomacia uma conciliação de políticas.
    Isso não pode ser efetivado por governos minados por religião, porque a religião produz votos alienados e comprados com estelionato psicológico. Aliás, a própria religião já subverte o conceito de /deus/; uma vez que esse conceito originariamente íntimo e pessoal foi montado em formato social para domínio e escravidão, e não foi montado para exercício de ajustes de valores, direitos e pensamentos, o que reflete a prospecção da Justiça.
    Religião e liberdade são coisas díspares; e o voto autêntico tem por premissa o direito genuíno do ser livre. E esse direito não se concebe sem o estágio de ponderação consciente do indivíduo, que requer uma digna educação, que exige um direito inalienável de informação honesta.
    Portanto, a pantomima em que estamos só nos traz o terror dramático do circo montado com desonestidade e subserviência religiosa, que à frente de um espelho nos envergonharíamos cada vez mais como cidadãos cada vez mais distantes das estaturas de líderes dum Kennedy, dum Juscelino, dum Brizola, dum Castelo Branco, dum Gorbatchev, De Gaule, Diana Spencer …
    Somos os únicos seres que desonram sua própria espécie, usando contra si mesmo o raciocínio natural de todas as formas de vida; e mais que isso: impedimos o exercício e aproveitamento do alcance da consciência para serventia de toda a Sociedade, e damos força aos que usurpam esse nosso máximo valor.
    TROCAS meus amigos: a força de sobrevivência (financeira então mais que especificamente) está no poder de troca; um dos genes da Sociedade. Funções compartilhadas geraram o conceito de DINHEIRO; e mérito gerou a noção de equanimidade (inferida subconscientemente na autêntica economia capitalista) na compensação pelo produto (fornecido). Por extensão, a usurpação numa função causa desde danos primários a danos irreparáveis, quanto mais tempo perdurar o equívoco funcional. Daí … o que temos é o quadro de desacerto social cada vez mais agravado por incompetência, interesses e favores desconexos com o viço da saúde financeira e social inteira. O maior desmanche social é a perda do direito de ser honesto; e o maior suicídio civil é levar uma geração inteira a se dependurar em favores, e dispensar o valor da função por mérito autêntico.

    Que a Sociedade vislumbre os passos para a Meritocracia.

    Haddammann Veron Sinn-Klyss


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