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Centro de Investigação da Fundação Champalimaud Outubro 6, 2008

Foi ontem lançada a primeira pedra do futuro Centro de Investigação da Fundação Champalimaud. Trata-se de uma unidade de investigação direccionada para a área da oncologia e neurociências em que se pretende que trabalhem os melhores cientistas das áreas referidas a nível mundial. O Centro Champalimaud ficará implantado num terreno de 60.000m2 na zona ribeirinha perto da Torre de Belém.

Página Oficial do Centro de Investigação AQUI

Visita Virtual AQUI

Notícia SIC AQUI

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Transístor com papel Julho 21, 2008

Investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa desenvolveram os primeiros transístores com papel, uma descoberta que pode permitir a criação de sistemas electrónicos descartáveis a baixo custo.

“O transístor é a peça de lego para construir qualquer coisa”, explicou ao PÚBLICO Elvira Fortunato, que juntamente com Rodrigo Martins, são os coordenadores do grupo de investigação Cenimat/I3N, responsável pela descoberta.

Os transístores nasceram no final dos anos 40 e substituíram as válvulas utilizadas nos computadores e nas redes telefónicas. Tiveram o condão de reduzir o tamanho dos equipamentos, aumentar a velocidade e a durabilidade. Hoje, qualquer aparelho com um circuito integrado contém estes “interruptores” electrónicos.

O “interruptor” é formado por três componentes. Um material semicondutor que tem uma entrada e uma saída, chamadas fonte e dreno, por onde passa a corrente. E uma porta que é o que induz e controla a corrente, mas que está separada do semicondutor por um material isolante, impedindo curto-circuitos.

É esta porta que “liga” e “desliga” o transístor e que equivale ao sistema binário 0/1 em que toda a informação está codificada. É assim que os computadores, os ecrãs, os telefones, as aparelhagens funcionam. Com muitos milhões destas unidades.

O material isolante, que é a componente dieléctrica do transístor, era feito de vários materiais como o silício. As unidades eram construídas a 1200 graus célsius, por exemplo. Agora, os investigadores conseguiram o fabrico à temperatura ambiente, utilizando papel que é um “dois em um” porque também funciona como o suporte do transístor.

A celulose tem outras propriedades e não é tão boa como o silício. “Mas pode-se fazer sistemas descartáveis a baixo custo”, explicou Elvira Fortunato. E mais, pode dobrar-se que não se estraga. Estas características permitem explorar várias ideias como ecrãs de papel, etiquetas, pacotes inteligentes, chips de identificação ou aplicações médicas.

“Pode utilizar-se nos sensores biológicos para diagnóstico [na saúde]. Muitos sensores são de papel, funcionam através de uma reacção química, com o transístor pode haver uma mais-valia”, exemplificou a investigadora.

O artigo com a descoberta já foi aceite pela revista científica “Electron Device Letters” e vai ser publicado em Setembro. O pedido de patente também está feito. Agora é só ficar à espera de uma próxima plataforma digital que, antes de se deitar fora, ainda pode servir como post-it, porque, como explica a investigadora, os novos transístores “não deixam de ser papel”.

fonte: Jornal Público
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Project Prakash Julho 20, 2008

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http://web.mit.edu/bcs/sinha/prakash.html

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O projecto Praskash, idealizado por Pawan Sinha (professor do MIT), tem como objectivo identificar crianças indianas que possuam uma cegueira tratável, disponibilizar-lhes gratuitamente um tratamento e utilizar o acompanhamento pós-cirúrgico de apenas algumas delas como forma de estudar os mecanismos envolvidos no desenvolvimento das funções cerebrais que possibilitam a identificação e percepção de objectos.

Uma conjugação de ciência e apoio social muito interessante!!

 

Autismo Julho 11, 2008

Normalmente as notícias que surgem sobre investigação feita na área do autismo estão relacionadas com linhas de investigação associadas à genética, biologia molecular. No entanto há quem procure outras abordagens que também permitam diagnosticar o autismo prematuramente mas que recorram a outras tecnologias, como é exemplo a investigação desenvolvida na Universidade de Yale. Ler mais AQUI.

Vodpod videos no longer available.

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Valorizar a inovação nacional Julho 8, 2008

Artigo de opinião de Paulo Nordeste no Jornal Expresso de 5 de Julho de 2008.

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No IV encontro da Cotec Europa, que teve lugar no passado dia 27 em Nápoles, foi salientada a necessidade de melhorar as estratégias de inovação passando a valorizar, no processo de inovação, os serviços, os modelos de negócio, o “design”, as marcas e as melhorias organizacionais e operacionais, de forma equivalente à ciência e tecnologia.

Na abordagem tradicional, seguida normalmente pelos países mais desenvolvidos tecnologicamente, o processo de inovação é dominado pela Investigação e Desenvolvimento (I&D), traduzida em conhecimento explícito que depois é transformado em produtos e serviços.

A liderança é assumida pelos departamentos de I&D das grandes empresas e pelas instituições ligadas ao sistema científico. A inovação assume um carácter exploratório. As despesas de I&D em percentagem do PIB e o número de patentes, são indicadores vulgarmente utilizados para medir o sucesso do sistema.

Por outro lado, em países como Portugal, Espanha e Itália, onde o tecido empresarial é dominado por PME, o processo de inovação assenta no chamado modelo DUI (Doing, Using, Interacting), em que o desenvolvimento dos produtos e serviços recorre a conhecimento tácito e localizado.

A inovação é essencialmente do tipo operacional. A sua quantificação é mais difícil e menos estruturada.

Os dois modelos não são incompatíveis mas complementares, conforme explicou o Prof. Vítor Corado Simões, do ISEG, na apresentação de uma excelente comunicação sobre indicadores de inovação.

Contudo, estas diferentes abordagens têm um reflexo significativo na forma como os sistemas de inovação dos países europeus são comparados e avaliados, afectando a sua posição no painel de inovação.

A Cotec Europa está a trabalhar com a Comissão Europeia para tentar melhorar e corrigir esta situação.

A inovação operacional é tanto ou mais importante do que a inovação exploratória. É preciso que seja devidamente reconhecida e valorizada nas empresas e nos países.

Paulo Nordeste

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Governo apresenta novas medidas para a Ciência Maio 12, 2008

O primeiro-ministro apresentou hoje as medidas do Governo para a Ciência, sublinhando que o investimento no desenvolvimento científico “não só não foi sacrificado como cresceu”, ao beneficiar de um investimento, pela primeira vez este ano, de “um por cento da riqueza nacional”.
José Sócrates, que falava na Universidade de Aveiro onde apresentou um conjunto de novas medidas para a Ciência, realçou que tendo o Governo que fazer escolhas, o reequilíbrio das contas do Estado “obrigou a que fossem afectadas muitas políticas públicas, mas o investimento na Ciência não só não foi sacrificado como cresceu”.

continuar a ler esta notícia do Público AQUI

ver vídeo desta notícia na RTP AQUI

notícia no site Ciência Hoje AQUI

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Governos pequenos são mais eficientes Maio 11, 2008

Três físicos da Universidade Médica de Viena criaram um modelo matemático que demonstra que quanto menos ministros tem mais eficiente é um governo, confirmando a teoria do 20 como número ideal de membros de um grupo de decisão.

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