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Prémio Champalimaud atribuído a Jeremy Nathans e King-Wai Yau Setembro 9, 2008

Foi atribuído aos cientistas Jeremy Nathans e King-Wai Yau da Johns Hopkins University o Prémio de Visão da Fundação Champalimaud. Trata-se do prémio científico de maior valor monetário atribuído a nível mundial, 1 milhão de euros, destinado a premiar trabalhos de investigação científica (anos pares) e de intervenção social (anos impares) em que se procure tratar a cegueira ou reduzir o efeito e impacto desta na vida das pessoas.

Vídeo notícia RTP AQUI

Notícia no Jornal Público AQUI

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máquina fotográfica do futuro Agosto 7, 2008

vídeo de apresentação/explicação do conceiro por John Rogers da University of Illinois at Urbana-Champaign

vídeo AQUI

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vídeo de apresentação/explicação do conceiro por Yonggang Huang da Northwestern University

vídeo AQUI

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Artigo na Revista Nature

artigo AQUI

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Artigo no site www.sapo.pt

Cientistas norte-americanos desenvolveram o protótipo de uma máquina fotográfica que tem um campo de visão muito semelhante ao olho humano e representa mais um passo para criar uma retina artificial, informa hoje a revista Nature.

O protótipo tem aproximadamente o tamanho e forma de um olho, e uma “retina” curva sensível à luz, segundo a equipa investigadores em ciência de materiais das Universidades de Illinois e Northwestern responsável pelo projecto.

As câmaras convencionais usam lentes curvas para focar imagens numa superfície plana onde a luz é captada por filme ou sensores digitais. Todavia, essa focagem distorce a imagem, sendo necessárias mais lentes para reduzir as distorções, o que aumenta o volume e preço do dispositivo.

Em comparação, a visão humana usa uma única lente e não faz distorção porque foca as imagens numa superfície curva na parte de trás do olho.

A chave da invenção consistiu em vencer os obstáculos técnicos à colocação de fotodetectores de silicone (píxeis) em superfícies curvas, em vez de planas, o que permitiu obter melhor nitidez de imagem e maior campo visual.

Este material fotossensível só se podia aplicar até agora em superfícies planas por ser muito frágil e não ter flexibilidade suficiente para se curvar.

Segundo os cientistas, esta nova tecnologia ajudará a simplificar e a aperfeiçoar o desenho de minicâmaras fotográficas e ser também usado em imagiologia biológica.

Poderá ainda ser aplicado em robôs como olhos artificiais, fazendo lembrar o computador que no filme “2001: Uma Odisseia no Espaço”, de Stanley Kubrick, espiava a tripulação da nave espacial.

A solução encontrada consistiu em montar os componentes electrónicos numa membrana elástica previamente esticada mas capaz de voltar a qualquer momento à sua forma curva inicial.

Os elementos rígidos do sistema foram dispostos como se fossem colunas numa superfície curva e as estruturas de silicone foram ligadas por pontes de fio fino para poderem ser dobradas sem quebrar. Todo este conjunto foi então transferido da membrana para um cristal curvo que serve de base e unido depois à lente e aos elementos electrónicos externos.

“As simulações ópticas e os estudos de imagiologia mostram que estes sistemas proporcionam um campo de visão muito mais amplo, melhor uniformidade de iluminação e menos distorções do que as câmaras planas de lentes semelhantes”, explicou John Rogers, professor de Ciência e Engenharia de Materiais na Universidade de Illinois e um dos um dos autores do protótipo.

É por isso que “os dispositivos de detecção hemisféricos são muito mais indicados para implantes de retina do que os planos”.

O facto de se poder aplicar dispositivos de silicone de alta qualidade em superfícies complexas e em tecidos biológicos proporciona, segundo este cientista, “enormes capacidades ao desenho de dispositivos electrónicos e opto-electrónicos e muitas novas aplicações”.

O protótipo actual tem apenas 256 píxeis, mas, segundo os investigadores, é possível desenvolver outros com muito maior densidade.

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Project Prakash Julho 20, 2008

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http://web.mit.edu/bcs/sinha/prakash.html

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O projecto Praskash, idealizado por Pawan Sinha (professor do MIT), tem como objectivo identificar crianças indianas que possuam uma cegueira tratável, disponibilizar-lhes gratuitamente um tratamento e utilizar o acompanhamento pós-cirúrgico de apenas algumas delas como forma de estudar os mecanismos envolvidos no desenvolvimento das funções cerebrais que possibilitam a identificação e percepção de objectos.

Uma conjugação de ciência e apoio social muito interessante!!

 

Terapia genética combate um tipo raro de cegueira Abril 28, 2008

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Uma terapia genética experimental permitiu restaurar parcialmente a visão a quatro pessoas. O ensaio clínico foi feito com sucesso em três jovens adultos no Hospital Pediátrico de Filadélfia. Outros três jovens receberam um tratamento paralelo feito por outra equipa na University College de Londres, destes só um é que teve resultados positivos.

continuar a ler esta notícia no Jornal Público AQUI

notícia na Revista Newscientist AQUI

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Grande Prémio Fotojornalismo VISÃO/BES Abril 4, 2008

Filed under: divulgação,sociologia — RM @ 11:43 pm
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